A Prefeitura de Castanhal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SESMA), começou a oferta do Implanon na rede municipal de saúde. Trata-se de um dos métodos contraceptivos mais modernos e eficazes disponíveis atualmente.
A iniciativa reforça o compromisso com o cuidado integral da saúde da mulher, ampliando o acesso a métodos seguros, de longa duração e gratuitos.
“O Implanon é um implante subdérmico inserido no braço, que libera hormônios de forma contínua e pode prevenir a gravidez por até três anos, com alta eficácia e praticidade”, explica a coordenadora da Saúde da Mulher/APS, Adriana Gonçalves.
Quem pode ter acesso
O método será ofertado para mulheres de 14 a 49 anos, residentes em Castanhal.
A prioridade será dada a mulheres em situação de vulnerabilidade e adolescentes, como estratégia para prevenir a gravidez precoce e não planejada.
Para a inserção é necessário que a paciente não apresente histórico clínico de câncer, doenças hepáticas ou gravidez confirmada. Os demais critérios serão avaliados individualmente pelos profissionais de saúde, considerando riscos e benefícios.
Como funciona o acesso:
O atendimento terá como porta de entrada as Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A mulher interessada deve procurar a unidade mais próxima de sua residência e agendar uma consulta com médico ou enfermeiro.
Após avaliação e confirmação da elegibilidade, será feito o agendamento para a inserção em uma das unidades habilitadas. Neste primeiro momento, o serviço inicia em uma unidade, funcionando em dias e turnos específicos, definidos pela Secretaria de Saúde. A expectativa é que até o final do ano outras duas
Atualmente, três profissionais estão capacitados para realizar o procedimento, e novas capacitações já estão em andamento para ampliar o atendimento e descentralizar o serviço para outras unidades.
Ampliação do acesso e impacto
A expectativa inicial é atender mais de 600 mulheres, com perspectiva de expansão gradativa para toda a rede municipal.
Parceria e qualificação
O implante é disponibilizado aos municípios pelo Ministério da Saúde, conforme a produção e organização da rede. Os profissionais envolvidos passaram por capacitação específica, com apoio do Estado, garantindo segurança e qualidade no atendimento.

